marketing eleitoral nas redes sociais já estava nos projetos de todos os candidatos para as eleições presidenciais.
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Como implementar uma estratégia de marketing eleitoral nas redes sociais

Os candidatos não usam corretamente o marketing eleitoral nas redes sociais?

A presença de um candidato nas redes sociais, aliada a um forte trabalho de comunicação, pode ser decisiva para o resultado nas urnas. Atualmente, é praticamente impossível pensar uma campanha eleitoral sem o uso dessa ferramenta.

É impossível imaginar que, hoje em dia, qualquer pessoa consiga se comunicar sem usar os meios digitais, o que vale também para uma eleição.

Cada vez mais pessoas têm mais acesso a essas plataformas. Quem apostar nas redes sociais vai conseguir falar com mais pessoas e com mais agilidade.

A utilização de ações de marketing eleitoral nas redes sociais já estava nos projetos de todos os candidatos para as eleições presidenciais.

Mas, por conta das restrições de mobilidade da pandemia, foram além de uma natural ambientação e, precipitaram-se vertiginosamente para os novos “meios de comunicação digital”, já que não há nenhuma outra forma disponível para se comunicar com a população.

O isolamento social decorrente da crise sanitária não permitiu que os candidatos se movessem para as redes, mas, verdadeiramente, fossem empurrados para elas.

Os candidatos usam o marketing eleitoral nas redes sociais corretamente?

Observei o impacto de fenómenos mediáticos da última década na comunicação política e posso afirmar que o que ocorre agora, desde a última etapa da evolução na tecnologia da informação, não tem precedentes na história e a maioria dos candidatos e equipas de campanha não estão preparados para enfrentar o desafio das redes sociais.

Pelo que vejo nas dezenas de municípios, posso afirmar que os candidatos entenderam que marketing eleitoral nas redes sociais seria apenas uma questão de jogar para o formato digital on-line peças criadas para o marketing político convencional, anteriormente veiculadas em redes tradicionais o que, evidentemente, é incorreto.

As redes sociais para impactarem necessitam de um certo ‘não formalismo’ por personificar relações, e caracterizam-se muito mais por serem uma janela em que se olha para dentro da casa, do que alguém olhando de dentro da casa para a rua, natadamente na atividade de comunicar uma candidatura e as suas características.

Não só pela característica da nova ‘media’, mas, também, porque o candidato é um ser humano e não uma empresa, faz-se necessário entender a sua exposição pela ótica do pessoal, não do institucional.

A implementação de uma campanha política nas redes sociais é o segundo passo também de uma decisão anterior, a de ter uma definição clara de planeamento estratégico de comunicação.

Isto significa ter uma estratégia de condução e posicionamento da candidatura, da criação e conteúdo, e de formulação de linguagens próprias para os vários segmentos.

Essas necessidades são básicas numa campanha e sempre precisarão de profissionais experientes, como gestores e estrategistas de comunicação. Mas, em geral, as campanhas não dispõem dessa experiência.

O uso das redes sociais numa campanha eleitoral deve ser entendido, também, como uma extensão de outras ações de presença digital por um site ou blog, por exemplo, em que o candidato possa apresentar o seu perfil, ideias e propostas.

Existem várias plataformas no mercado para criar sites ou blogs para campanhas eleitorais, como a plataforma siteconstroi.com ao qual recomendamos.

O marketing político nas redes sociais, parte do pressuposto da criação de um relacionamento mais próximo entre o candidato e o seu eleitorado, já que é essencialmente, marketing de relacionamento.

É essa a ideia por trás das redes sociais, criar um canal rápido, fácil e barato para que o candidato possa dialogar com os eleitores e eles com os candidatos.

É essa última parte que faz toda a diferença nas campanhas de marketing eleitoral nas redes sociais; o retorno do candidato para os eleitores e o uso desse feedback como base para o refinamento de propostas de campanha.

Mas, além de uma análise concetual, existem mesmo possibilidades de veiculação e segmentação que as novas médias oferecem e que, enquanto fator de alcance dos públicos-alvo, também diferem totalmente dos modelos de estruturação dos antigos pacotes de planos de meios de comunicação tradicionais.

Os políticos envolvidos nas pré-campanhas das eleições presidenciais, definitivamente, não estavam preparados para aproveitar e utilizar esses novos meios de comunicação nas suas campanhas. Sem exceção.

Com a enorme rejeição que a classe política, em geral, tem no momento, devido às sucessivas crises económicas e sociais geradas por crises políticas consecutivas, muitos políticos preferem o caminho de usar as redes em branding para construção de reputação e autoridade de marca, deixando de lado, muitas vezes, os processos de integração e relacionamento com os seus seguidores.

O ideal é fazer os dois.

Interações com os eleitores através dos canais das redes sociais podem também ser fonte de opiniões que alimentam a campanha eleitoral.

Pode ser também através delas (além das tradicionais pesquisas profissionais de opinião, sendo muito mais importantes no campo das eleições) que o candidato e a sua equipa podem ter uma visão mais específica de determinados segmentos.

Ajuda muito.

Há profissionais qualificados para trabalhar com redes sociais em campanhas eleitorais, mas o mais difícil é um profissional com experiência em marketing político para assumir o grande desafio de trabalhar corretamente a imagem de um candidato, considerando a pessoa e a perspetiva da marca.

Mas, ter um perfil numa rede social não vai garantir a eleição de ninguém.

O que realmente elege um candidato é uma ação de marketing digital com estratégia e planeamento estritamente sincronizada com muitas outras ações de campanha, principalmente, as do marketing político, clássicas.

Para saber mais sobre marketing eleitoral para redes sociais entre em contacto connosco .

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